domingo, 3 de fevereiro de 2013

CONCURSO "UM POEMA UMA FOTOGRAFIA"

 Berço


A cegonha chega ao ninho
Que tão alto ali a espera
Procura o berço do Sol
Seu berço de Primavera
Vem de longe muito longe
Em viagem tão comprida
Quem não amar este berço
Sabe tão pouco da vida


Matilde Rosa Araújo, in «As Fadas Verdes»

 Solicita a ficha de inscrição ao teu professor ou na biblioteca da tua escola.
Consulta o Regulamento (Clica aqui)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

NATUREZA- SERES VIVOS E NÃO VIVOS....

Tudo o que existe na natureza chamamos de seres. 
Os seres vivos são aqueles que nascem, crescem, se reproduzem e morrem, como os animais (inclusive o homem).
Os seres não vivos são aqueles inanimados, que não possuem vida, mas que também são da natureza, como o ar, a água, o solo e as pedras. 
Os seres vivos precisam dos seres não vivos: a água não tem vida, porém quem mora na água possui vida, como os peixes e as plantas aquáticas. Do mesmo modo, a terra não possui vida, mas as plantas necessitam dela e da água para nascer e viver. O ar também não possui vida, mas homens e animais precisam dele para sobreviver, bem como da água e da terra.



Esta temática está a ser objeto de estudo. Neste blogue encontrarás vídeos, apresentações power point, exercícios online e jogos educativos.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cantar os Reis e as Janeiras



Após o Natal e até ao fim do mês de Janeiro, grupos de homens e mulheres, jovens e crianças, com ou sem instrumentos musicais, iam cantar, de porta em porta, para anunciar o nascimento do Deus-Menino:





«’Inda agora aqui cheguei,


Mal pus o pé nesta escada,


Logo o meu coração disse

Qu’aqui mora gente honrada. Avante, pastores,

Corramos a Belém,

Adorar o Deus-Menino

E à Sua Mãe.»


Há quem diferencie «Os Reis» d’«As Janeiras», defendendo que aqueles cantar-se-iam até ao dia de Reis:

«Hoje é dia cinco,
Amanhã é dia seis,
Viemos dar Boas Festas
E também cantar os Reis».

enquanto que as Janeiras cantar-se-iam, essencialmente, desde essa data até ao fim do mês de Janeiro, sendo que o tema das quadras também mudariam um pouco:

«Quem diremos nós que viva,
No ramo da salsa crua,
Viv’à menina da casa
Qu’alumia toda a rua.
Quem diremos nós que viva,
No pêlo do cobertor,
Viv’ó menino da casa
Qu’anda a estudar p’ra dôtor.»
Quem diremos nós que viva,
Nós não queremos ficar mal,
Vivam os patrões desta casa,
Vivam todos em geral.

No final, a porta da casa abria-se e os donos ofereciam fumeiro, nozes, castanhas, vinho, etc.

Quando alguma porta não se abria, todos diziam em uníssono: «Esta casa cheira a unto; morreu aqui algum defunto».
 in http://www.folclore-online.com

Ainda relativamente ao Reis, pouco  se sabe sobre a sua origem, mas reza a lenda que um dos Reis  era negro africano, o outro branco europeu e o terceiro moreno (assírio ou persa) representando assim a humanidade conhecida na época.


Festa dos Rapazes no Nordeste Transmontanos

 

A quadra do Natal e dos Reis no nordeste transmontano é diferente de qualquer outra parte do mundo. Os declives das serras e das montanhas dificultaram durante séculos a comunicação entre povos mas permitiu a sobrevivência de antigas tradições. É o caso da Festa dos Rapazes, que ocorre em na altura do Natal e, em muitos casos, no Carnaval, como memória viva de ritos ancestrais, apenas com algumas variantes de localidade em localidade. Na festa dos rapazes, durante dois dias, os rapazes solteiros comandam a vida nas aldeias. Com origem nos rituais pagãos do solstício de Inverno, esta festa celebra o início de um novo ciclo agrícola e para os rapazes significa também a passagem para a idade adulta. A festa começa logo de madrugada, com o gaiteiro que acorda toda a aldeia com a sua gaita-de-foles. Os mordomos, jovens responsáveis pela organização da festa, percorrem as ruas seguidos dos "caretos", criaturas estranhas vestindo trajes bizarros, com chocalhos e fitas penduradas e exibindo máscaras diabólicas. Dançam, pulam, rodopiam e fazem grande algazarra. Por detrás da máscara que lhes protege a identidade, cometem os maiores impropérios e assustam tudo e todos e roubam o fumeiro das casas para ser comido no final do dia em convívio. Na aldeia de Vale de Salgueiro, no concelho de Mirandela, há uma forma bem original de assinalar o Dia de Reis, também chamada Festa dos Rapazes em honra de Santo Estêvão, afirmando-se uma manifestação plena de tipicismo e de enorme tradição popular.

Todos os anos, é escolhido alguém para protagonizar a figura do rei, que organiza a festa e traz consigo uma coroa carregada de ouro emprestado pelos habitantes, que vale cerca de 30 mil euros. Também dezenas de crianças andam pelas ruas com maços de tabaco e têm permissão dos próprios pais para fumar, mas só durante estes dias. A festa termina com a celebração da missa, ocasião aproveitada para colocar a coroa noutro habitante da aldeia, que terá a responsabilidade de organizar a próxima festa. No concelho de Bragança, a tradição repete-se por várias aldeias, especialmente na corda da Lombada, como Varge, Babe e Baçal. A festa reúne todos os homens solteiros na noite de 5 de Janeiro num jantar comunitário preparado pelas moças de aldeia. Na madrugada do dia seguinte vestem-se de caretos e lá vão eles assustar tudo quanto é povo, e exigir o tributo dos reis que depois enfiam no “surrão” (saco dos pastores), que depois será servido num farto almoço. Uma tradição que se repete também em algumas aldeias do concelho de Vinhais  (Ousilhão), Macedo de Cavaleiros (Podençe) e Mogadouro (Bemposta, Bruçó e Vale Porco). Únicas na região transmontana, estas festividades perdem-se na memória dos mais velhos mas repetem-se todos os anos com a mesma alegria e vivacidade como se fosse a primeira vez. A festa dos rapazes, antes apenas reservada aos habitantes locais, tem vindo a ser cada vez mais procurada por turistas curiosos que nesta altura do ano, se deslocam à região transmontana para presenciar esta manifestação pagã peculiar.

in http://www.welcomenordeste.net

 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Queres praticar, exercitar o que aprendeste?

Então vai consultando os menus do teu blogue:


- Textos de Apoio
- Exercícios online/Hiperl.
- ........

FESTA DE NATAL 2012

O Centro Escolar da Sé realizou no dia 14 a Festa de Natal para os seus alunos.
Para visonar as fotos da presença/ participação da SE5 ir ao menu "Atividades-Registos/Fotos"

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Natal no Mundo...

O Natal é uma festa comemorada em todo o mundo.
Não importa o idioma, a raça, a condição económica, a idade ou o clima. Cor, alegria, esperanca, amor, presentes, música criam o clima festivo desse evento universal e cada país segue uma tradição, respeitando na linha evolutiva do tempo as lendas e os costumes elaborados pelos antepassados.
Embora a essência da festa de Natal seja a mesma em todo o mundo, cada país mantem uma tradição diferente, que ao longo dos anos vai passando de pai para filho.


Estados Unidos

O Natal americano é rico em cor e brilho. Semanas antes do Natal, milhões de pessoas percorrem as ruas das cidades em busca dos presentes para a familia. As decoracões das lojas e Shopping Centers são conhecidas no mundo todo. Nas casas, a decoracão com lâmpadas coloridas, bonecos de neve, velas vermelhas e guirlandas feitas de plantas verdes completam o clima natalino. Na véspera de Natal vizinhos unem-se para cantar
"Christmas Carols" (cancões de Natal), mostrando o espírito de confraternizacão. As crianças penduram meias na lareira e na manhã do dia 25 de dezembro abrem os presentes tão sonhados. O prato típico americano o peru recheado acompanhado de frutas tropicais.


Japão


O Natal no Japão e cheio de significados e a troca de presentes fortemente apreciada pelos japoneses. As crianças adoram conhecer a história do nascimento de Jesus em uma manjedoura porque e quando travam contato com a ideia de "berço" já que os bebés japoneses nao dormem neles.


India

Os cristãos na India decoram pés de manga e bananeiras no Natal. Algumas pessoas decoram as suas casas com folhas de manga. Em partes da India, pequenas lâmpadas de argila são acesas com óleo e servem também para decorar a casa.

China

As casas são enfeitadas com lanternas e árvores de Natal com correntes e flores de papel. As crianças penduram meias e esperam pelo Papai Noel. Já que a grande maioria dos chineses não é cristã, a maior celebração do inverno é o Ano Novo Chinês, novos e são servidos pratos especiais.

Itália

A principal entrega de presentes é no dia 6 de janeiro, em lembrança à visita dos Reis Magos ao menino Jesus. As crianças esperam a visita da Befana que traz presentes para os bons e castigo para os maus meninos. De acordo com a lenda, os três Reis Magos pararam durante a ida até Belem e pediram comida e abrigo a uma velha senhora. Ela negou ajuda e então eles seguiram a viagem com fome e cansados. A velha senhora sentiu depois um aperto no coração, mas os Reis Magos já estavam muito longe. A lenda conta que A Befana ainda vaga pelo mundo procurando o menino Jesus e tem várias formas: uma rainha, uma fada, uma velha ou uma bruxa.

Suécia

As festas de Natal começam no dia 6 de dezembro, dia de São Nicolau. Nesse dia as crianças escrevem suas cartas de pedidos, que São Nicolau troca por um saquinho de balas ou nozes. Os presentes chegam no dia 25. Na noite de Natal, a filha mais velha veste-se de branco com uma faixa vermelha amarrada na cintura e uma grinalda de folhas verdes com sete velas acesas na cabeça. Ela leva cuidadosamente café e bolinhos para cada membro da família aos seus quartos.

Portugal

Em Portugal o Natal é igual ao nosso, com missa e ceia. As crianças esperam pelos presentes que Papai Noel vai colocar nos seus sapatos e tanto a ceia como o almoço do dia 25 são dados normalmente na casa dos parentes mais velhos.


Belém

Em Belém, a cidade onde Jesus nasceu, o Natal e comemorado com peregrinos e tribos árabes da região, que se ajoelham na cripta da capela dos franciscanos para adorar um berço. Segundo a tradição, esse e o berço de Jesus, que e conservado na igreja e apenas montado na noite de 24 para 25 de dezembro. Depois de terminar a missa, os franciscanos oferecem uma ceia aos peregrinos: apenas pão preto acompanhado de vinho.